"The Rock", o maior diamante branco já leiloado, foi arrematado novamente na quarta-feira por 21,68 milhões de francos suíços (20,67 milhões de euros), superando ligeiramente o intervalo inferior da estimativa feita pela leiloeira Chistie's, que o vendeu num leilão em Genebra.

A pedra preciosa tem 228,31 quilates e é tão grande que ocupa quase toda a palma de uma mão.
A Christie's tinha-o avaliado como valendo entre 20 a 30 milhões de dólares e acabou por vendê-lo pouco acima da margem mínima, mas a empresa destacou que o preço obtido representa um novo recorde mundial para um diamante deste tipo, que foi o maior a ser leiloado na história através deste tipo de transação.
O comprador licitou no último momento por telefone para adicionar mais de 95 mil euros a uma oferta que parecia ser a última e que havia sido lançada por uma pessoa a partir da sala de um prestigiado hotel em Genebra, onde se realizou o leilão de joias.
Este diamante foi extraído de uma mina sul-africana no início deste século e está à venda pela segunda vez desde a sua descoberta.
Em 2006 tinha sido vendido em leilão nos Estados Unidos a um colecionador particular, que o colocou num colar Cartier.
No leilão de hoje foi também vendido o diamante batizado de "Diamante da Cruz Vermelha", de 205 quilates, que superou as estimativas dos especialistas ao atingir um preço final (incluindo a comissão da casa de leilões e impostos) de 14,18 milhões francos suíços (13,5 milhões de euros).
Este diamante tem uma relação especial com a Christie's, já que esta é a terceira vez que é vendido.
A primeira vez foi há 104 anos e a mais recente em 1973, quando atingiu o preço de 1,8 milhões de dólares, que hoje praticamente foi multiplicado por oito.
Parte do dinheiro desta venda irá para o Comité Internacional da Cruz Vermelha, a maior organização humanitária que trabalha em cenários de conflitos e desastres, embora o valor não tenha sido especificado.

A obra “Shot Sage Blue Marilyn”, de Andy Warhol (1928-1987), foi vendida em leilão, na segunda-feira, por 195 milhões de dólares (184,7 milhões de euros), tornando-se na peça do século XX mais cara de sempre.

 

Vendida num leilão da Christie’s, em Nova Iorque, a um comprador desconhecido, a icónica peça do artista norte-americano tinha uma estimativa inicial de 200 milhões de dólares e ultrapassou o anterior recorde do século XX, detido por Pablo Picasso (1881-1973), com a obra “Les Femmes d’Alger (versão 0)”, que chegou a 179,4 milhões de dólares (169,7 milhões de euros), em 2015.
O recorde absoluto, para lá do século XX, em leilão permanece com “Salvator Mundi”, atribuído, com alguma disputa, a Leonardo da Vinci, vendido por 450,3 milhões de dólares (426 milhões de euros), em 2017.
O responsável da leiloeira para a arte dos séculos XX e XXI, Alex Rotter, disse, citado em comunicado, que a venda, que tornou Warhol no artista norte-americano mais caro de sempre, “é um testamento à força, energia e entusiasmo generalizado do mercado da arte hoje”.
“Esta venda demonstra o poder de Andy Warhol bem como o legado que continua a deixar no mundo artístico, na cultura popular e na sociedade”, acrescentou.
O leilão da coleção de Thomas e Doris Ammann incluiu 36 lotes e alcançou um valor total de 317,8 milhões de dólares (300,8 milhões de euros), prosseguindo no dia 13, com as receitas a reverterem na íntegra para serviços médicos e educativos para crianças.
Para além de Warhol, também foram atingidos valores recorde para os artistas Mike Bidlo, Ross Bleckner, Francesco Clemente, Ann Craven, Martin Disler e Mary Heilmann.
A serigrafia de Warhol, com um metro, apresenta a atriz norte-americana Marilyn Monroe com o rosto pintado de cor-de-rosa, cabelo amarelo, lábios rubi, e sombra azul nos olhos.
Andy Warhol, considerado o pai da ´pop art´, produziu quatro obras depois da morte da atriz, em 1962, que ficaram conhecidas como as "Shot Marilyns", todas do mesmo tamanho, e com fundos de cores diferentes.
"Esta é a pintura mais significativa do século XX a ser leiloada numa geração. Marilyn de Andy Warhol é o auge absoluto do pop americano e a promessa do sonho americano, que reúne otimismo, fragilidade, celebridade e iconografia ao mesmo tempo", disse Rotter, aquando do anúncio do leilão.
Em 1998, a leiloeira Sotheby's vendeu a obra com Marilyn sobre fundo laranja por 17 milhões de dólares (15,4 milhões de euros).
Uma camisola usada por Diego Maradona vai a leilão e pode chagar aos 5 milhões de euros.Trata-se de um objeto histórico - foi a camisola usada pelo jogador de futebol argentino no jogo contra Inglaterra no Mundial de 1986. A partida que eternizou o famoso golo apelidado "mão de Deus". Apesar das dúvidas da filha mais velha da estrela, a autenticidade da peça foi confirmada.

O leilão solidário foi realizado em Londres e conduzido pelo próprio primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

É a imagem de marca de Volodymyr Zelensky e rendeu agora 90 mil libras, o equivalente a mais de 105 mil euros, num leilão solidário, cuja receita irá reverter para apoiar a resistência ucraniana. O casaco caqui polar do presidente da Ucrânia foi a licitar esta sexta-feira em Londres, num leilão que foi conduzido pelo próprio primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.
O evento de angariação de fundos, organizado pela embaixada ucraniana em Londres e intitulado Brave Ukraine, teve lugar no museu Tate Modern. O leilão contou com uma intervenção do próprio Zelensky, que gravou uma mensagem em vídeo. Segundo a imprensa britânica, o presidente ucraniano agradeceu ao Reino Unido e enalteceu a “coragem” do primeiro-ministro, Boris Johnson, que esteve em Kiev em abril.
No início do leilão, Boris Johnson apelou aos presentes para participarem no leilão, e para licitarem especificamente o casaco do líder ucraniano, cujo preço base era de 50 mil libras, cerca de 58 mil euros. “Uma pechincha”, nas palavras do primeiro-ministro britânico. “Se licitarem o casaco de Zelensky, quero ofertas muito mais elevadas”, atirou Boris Johnson, que apelou ainda à licitação de uma visita guiada a Kiev com o presidente da Câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko. “É uma bela cidade, vale a pena”.
A localização ajuda bastante, uma vez que neste principado a história automóvel já conta com diversos anos. É aqui que habitam alguns dos modelos mais históricos do planeta e também onde se vai realizar um dos próximos leilões da RM Sothebys.
Um Williams FW14 de Fórmula 1 e diversos outros modelos da coleção de Nigel Mansell, mas também modelos como um Alfa Romeo Tipo 33/3 Sports Racer de 1969, ou mesmo um protótipo da Ferrari que ajudou a desenvolver aquele que hoje conhecemos como o LaFerrari, são alguns dos exemplares que estarão presentes no próximo leilão da RM Sothebys que se vai realizar no Mónaco, no próximo dia 14 de maio, no Grimaldi Fórum.

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1991 Williams FW14 – The Nigel Mansell Collection

É um evento que acontece nos mesmos dias em que decorre o Gran Prix de Monaco Historique, pelo que o ambiente mais apaixonante do mundo automóvel fica mais do que garantido, mas este é também um dos eventos de maior prestígio do Principado, que se continua a realizar a cada dois anos.
Vão estar presentes diversos modelos históricos e muitos superdesportivos mais atuais, mas também diversos artigos relacionados com os automóveis, destinados aos colecionadores mais exigentes. Para consultar os lotes disponíveis, o melhor mesmo é dar uma vista de olhos na página da RM Sothebys dedicada a este evento.

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1969 Alfa Romeo Tipo 33/3 Sports Racer

Camisa de Maradona é arrematada em leilão por lance recorde de 7 milhões de libras.

 

Item estava com ex-jogador britânico Steve Hodge; família de Maradona afirma que camisa não era a usada pelo jogador no momento do golo.
A camisa que Diego Maradona usou no jogo entre Argentina Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986 foi vendida pelo lance recorde de 7.142.500 libras, informou nesta quarta-feira a casa de leilões Sotheby's.
O leilão, que começou no dia 20 de abril e que até poucos minutos antes de seu encerramento tinha recebido somente uma oferta de quase 5 milhões de dólares, terminou com sete pretensos compradores.
O último conseguiu arrematar a camisa, sobre a qual havia dúvidas se era a que foi usada por Maradona no segundo tempo, quando o craque marcou os dois golos da Argentina na partida (o famoso "Mano de Dios" e o que é considerado o mais bonito da história das Copas).
"Esta histórica camisa é uma lembrança tangível do importante momento não só para a história do desporto, mas também para a história do século XX", diz em comunicado a Sotheby's.

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